segunda-feira, 6 de julho de 2009
Reflexão sobre pesquisa na internet sobre o desenvolvimento da moral no cotidiano escolar
Ao assistir aos filmes, em que envolvem conflitos morais, senti a necessidade de pesquisar mais sobre o assunto na internet, conforme bibliografia anexa, fazendo uma reflexão escrita sobre o que achei significativo, para minha aplicação em sala de aula.
Uma escola comprometida com a inclusão deve desenvolver o sentimento da solidariedade, a compreensão, num processo de ensino -aprendizagem em que professores e alunos, juntos, possam conviver na diversidade, respeitando no outro a diferença e a identidade, como a sí mesmo.
Assim, se torna necessário uma relação de cooperação e de diálogo, que contribui para uma autonomia, á capacidade de pensar, sem a coerção de uma autoridade, havendo portanto respeito mútuo, necessário ao convívio harmônico e democrático.
Este convívio, onde a autonomia seja estimulada, a partir de atitude de respeito do professor pelo aluno e pelos seus interesses, sentimento,valores e idéias; promovendo aí a reciprocidade, onde haja o envolvimento do aluno no processo de estabelecimento de regras, promovendo o sentimento de responsabilidade pela forma de como o grupo se relaciona na sala de aula.
Lima , Anne Elen de Oliveira. A ètica e o Ensino Infantil: O Desenvolvimento Moral na Pré-Escola. Disponível em http://www.sel.eesc.usp.br/informatica/graduacao/material/etica/private/a_etica_e_o_ensino_infantil_o_desenvolvimento_moral_na_pre-escola.pdf. Acesso em 06.07.09.
Toda relação com outrem, na qual intervém o respeito unilateral, conduz á heteronomia. A autonomia só aparece com a reciprocidade, quando o respeito mútuo é bastante forte, para que o indivíduo experimente interiormente a necessidade de tratar os outros como gostaria de ser tratado. (Piaget, 1994, p.155)
PIAGET, Jean. O juízo moral na criança. São Paulo: Summus, 1994.
Uma escola comprometida com a inclusão deve desenvolver o sentimento da solidariedade, a compreensão, num processo de ensino -aprendizagem em que professores e alunos, juntos, possam conviver na diversidade, respeitando no outro a diferença e a identidade, como a sí mesmo.
Assim, se torna necessário uma relação de cooperação e de diálogo, que contribui para uma autonomia, á capacidade de pensar, sem a coerção de uma autoridade, havendo portanto respeito mútuo, necessário ao convívio harmônico e democrático.
Este convívio, onde a autonomia seja estimulada, a partir de atitude de respeito do professor pelo aluno e pelos seus interesses, sentimento,valores e idéias; promovendo aí a reciprocidade, onde haja o envolvimento do aluno no processo de estabelecimento de regras, promovendo o sentimento de responsabilidade pela forma de como o grupo se relaciona na sala de aula.
Lima , Anne Elen de Oliveira. A ètica e o Ensino Infantil: O Desenvolvimento Moral na Pré-Escola. Disponível em http://www.sel.eesc.usp.br/informatica/graduacao/material/etica/private/a_etica_e_o_ensino_infantil_o_desenvolvimento_moral_na_pre-escola.pdf. Acesso em 06.07.09.
Toda relação com outrem, na qual intervém o respeito unilateral, conduz á heteronomia. A autonomia só aparece com a reciprocidade, quando o respeito mútuo é bastante forte, para que o indivíduo experimente interiormente a necessidade de tratar os outros como gostaria de ser tratado. (Piaget, 1994, p.155)
PIAGET, Jean. O juízo moral na criança. São Paulo: Summus, 1994.
domingo, 5 de julho de 2009
Enfoque V - Planejamento
A questão racial é conteúdo obrigatório no currículo escolar, onde a escola possa dar oportunidade para todos conhecerem a cultura afro e entenderem que faz parte da cultura brasileira, através de atividades que estimulem o respeito à diversidade, formando cidadãos preocupados com a coletividade.
Portanto, é importante como educadores entender a importância de incluir na nossa proposta curricular temas relativos às relações étnico-raciais.
Através desta disciplina estamos tendo a oportunidade de proporcionar a nossos alunos atividades referentes a estes temas, contribuindo para a valorização do outro e a diminuição dos índices de preconceito racial, que assombra nossas escolas.
A partir deste trabalho, percebi que aqueles alunos brancos que tinham preconceito em relação aos negros, começaram a se socializar com estes, de forma mais natural, sem medo de tocar no colega devido a sua cor. Acredito que uma sementinha foi plantada e que se regada diariamente, dará bons frutos.
Portanto, é importante como educadores entender a importância de incluir na nossa proposta curricular temas relativos às relações étnico-raciais.
Através desta disciplina estamos tendo a oportunidade de proporcionar a nossos alunos atividades referentes a estes temas, contribuindo para a valorização do outro e a diminuição dos índices de preconceito racial, que assombra nossas escolas.
A partir deste trabalho, percebi que aqueles alunos brancos que tinham preconceito em relação aos negros, começaram a se socializar com estes, de forma mais natural, sem medo de tocar no colega devido a sua cor. Acredito que uma sementinha foi plantada e que se regada diariamente, dará bons frutos.
PERCEBENDO E APRENDENDO A RESPEITAR AS DIFERENÇAS
Através desta atividade, meus alunos aprenderam a perceberem-se diferentes e a respeitarem-se, independente de sua cor. Percebi que muitos não se aceitavam negros e que a partir deste trabalho, começaram a valorizar sua cor e a se desenharem negros, passando a serem mais aceitos pelos colegas e tornando-se mais participativos. Melhorou de forma bastante significativa o entrosamento da turma, passaram a brincar mais juntos, sem o preconceito de cor.
PROJETO A COR DA CULTURA

Ao longo da disciplina foi possível relembrar um projeto iniciado em 2006 na minha escola: O projeto a cor da cultura. Acredito que a partir de atividades realizadas pela escola em todas as disciplinas (área e currículo) sobre o tema etnias, abriram-se novos horizontes, novos olhares sobre o diferente, valorizando-se mais o ser como um todo e não apenas por um pequeno detalhe de cor.
“Devemos lutar pela igualdade,
Sempre que a diferença nos
Inferioriza.
Mas devemos lutar pela diferença,
Sempre que a igualdade nos
Descaracteriza.”
“Devemos lutar pela igualdade,
Sempre que a diferença nos
Inferioriza.
Mas devemos lutar pela diferença,
Sempre que a igualdade nos
Descaracteriza.”
Boaventura Santos.
Filme o Clube do Imperador: Reflexão a partir da atividade realizada
Assim como no filme, no nosso cotidiano escolar também nos deparamos com conflitos morais, e muitas vezes, agindo pela emoção, pela intuição, acreditando estarmos certos, mas muitas vezes também só percebemos que poderíamos ter agido diferente muito tempo depois. É claro que sempre pensamos no melhor para o nosso aluno, mas conforme acontece no final do filme, tentamos rever nossas ações e repensá-las para um futuro próximo, através de reflexão e percebendo que nós, educadores, também vivemos em função de principios morais, aos quais acreditamos serem corretos e consequentemente agimos de acordo com nossos principios éticos.No filme foi possível identificar o conflito que existe muitas vezes também na nossa realidade, que é a convergência de pensamentos entre o educador e a família, do que é ou não o papel do professor. Será que nós podemos moldar a personalidade do aluno ? Ou será que isto faz parte da família ? Eu, em particular acredito que sim, o educar envolve transformação e a partir de que o ser humano é um conjunto de fatores: orgânicos e espirituais, isto é, o homem é composto de razão e emoção, de ser e de ter, e deve haver um equilibrio, ao qual não se dá só no convívio familiar, mas sim a partir dele, ou seja, o alicerce está na familia e a estrutura se dá ao longo do seu desenvolvimento, através da interação com o mundo. l
quarta-feira, 1 de julho de 2009
REUNIÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA.

" É importante contextualizar a criança à qual nos referimos para, junto com as contribuições das teorias sobre desenvolvimento infantil, que partem de uma criança idealizada, termos um panorama mais próximo da criança real com a qual convivemos." Adriana Friedmann.
Hoje, tivemos reunião pedagógica na escola, onde foram debatidos vários assuntos, entre eles a inclusão, a qual nos fez refletir sobre a nossa prática do dia a dia, em relação a estes alunos com necessidades especiais, permitindo-nos trocas de como estamos caminhando como educadoras e como instituição, qual o nosso crescimento e o que devemos ainda acrescentar nesta nossa jornada, em especial quanto a que objetivos devemos exigir deste aluno, como avaliá-lo em meio a uma turma, fazendo-se perceber seu grau de crescimento no desenvolvimento de aprendizagem : ele avançou, ele regrediu ? Por quê ? Foi lembrado também da importância da busca da familia para o convívio escolar, que os pais e familiaes estejam a par das dificuldades e ou das superações de seus filhos, podendo haver aí, uma reciprocidade, que com o decorrer do tempo auxiliará, com certeza no desenvolvimento deste aluno. Que mudanças deverão ser feitas ou não em relação a nossa prática pedagógica ? Neste primeiro momento, entre outros, nos foi entregue pela equipe pedagógica alguns textos e bibliografias capazes de nos auxiliar na solução de incógnitas, que surgem em relação a esta questão, durante nossa prática diária. Isto é, nos desacomodou, o que é um ótimo sinal, pois educar é para mim reflexão,transformação,desacomodação.
Bibliografia sugerida na reunião: Vale a pena conferir!!!!!!
O Aluno com Necessidades Especiais na Escola Regular. (Michael Farrel.)
O que é Infância ? (Adriana Friedmann.)
Ensinar: O quê? Como ? Fonte: Na Ponta do Lápis, Almanaque do Progrma Escrevendo o Futuro. Ano III. N0 5, 2007.
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